Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Uma simples noite II

Chegados à casa da Dona Conceição, uma típica avó portuguesa, encontraram na mesa da cozinha um bolo acabado de fazer para os "meninos" lancharem.
A avó disse-lhes que ia fazer umas compras ao minimercado e que já voltava. Quando a senhora saiu, a Susana realizou com os amigos uma lista de prós e contras de fazer aquela sessão fotográfica.
Descobriu que o único contra seria a família não concordar, teria de falar com eles. Entretanto chegou a avó, que ela suspeitava que iria ser a mais difícil de convencer. Programou na sua cabeça o discurso e começou:
"Hoje vó, um fotografo viu-me nas lagoas e disse-me que era muito bonita. Perguntou-me se não queria ser modelo, é que amanhã vão fazer uma série de fotografias ali, para uma revista de moda muito conhecida e queria que eu participasse. Que ia ser tudo com muito bom gosto! Mas não aceitei logo, disse que só dava a resposta logo à noite. Que acha vó?"
A avó calmamente respondeu que era uma boa oportunidade para ela ganhar algum dinheiro para os estudos, que já sabia que ela era muito bonita e deveria estar nas revistas todas. Para ter cuidado que havia muita gente má e que se poderia aproveitar dela e virou-se para o Jorge e o Luís "Vocês vão com ela para tomar conta da minha menina!!". Eles sorriram e aceitaram prontamente a ordem da anciã.
A Susana tentou falar com os pais mas estavam sempre com o telemóvel fora de área. Mas como a avó tinha concordado telefonou ao João Crasto, o fotografo e disse-lhe que aceitava.
Ele rejubilou de alegria e informou-a que ela iria substituir a Flor que estava doente e os deixou pendurados em cima da hora. Deu-lhe alguns pormenores sobre a hora e local, pedindo-lhe ainda para se possível chegar um pouco mais cedo por causa dos ajustes no guarda roupa dela.
Era impossível distinguir quem estava mais feliz, se era a Susana ou o Luís, que adora a lado andrógeno da moda, o qual ele se identifica perfeitamente. O Jorge, porém, estava sério, tinha medo que a amiga caísse no mundo das futilidades e nunca mais regressasse.
No meio de toda esta excitação a Susana expulsou-os da casa dela, disse que ia tomar um longo banho e dormir cedo para amanhã estar linda e energética.

Os rapazes foram beber um copo, um não vários copos de martini e cerveja, eram 10h da noite e já se iam arrastando pelas ruas da vila a cantar "ó sole miooooooooo".
O ligeiramente menos bêbado Jorge, carregava o Luís, levou-o a casa onde por sorte não estava ninguém, deu-lhe um banho para tirar aquele cheiro a álcool e deitou-o na cama.
"Eu gosto de ti e nunca te disse" murmurou o Jorge, cheio de lágrimas olhando com carinho o seu amor deitado na cama.
"Eu também gosto muito de ti meu irmão" disse o Luís já a dormir.
O Jorge esboçou um sorriso triste, não era bem irmão que ele queria ser, deu-lhe um beijo nos lábios e saiu a chorar do quarto. Foi para sua casa, tomou um banho, adormeceu a sonhar com o Luís.

No dia seguinte encontraram-se todos no local combinado, o Luís e a Susana excitadissímos com esta nova aventura e o Jorge mais calado que o costume.
A sessão foi fantástica, a Susana saiu-se muito bem, enquanto que o Luís conseguiu novos contactos na sua área. Foi Pedido à Susana para ir com eles para Lisboa, estavam a pensar contrata-la para um outro trabalho, ela pediu aos amigos para irem com ela, o qual acederam rapidamente.
Despediu-se da avó e lá foram os três nesta nova aventura.
Após a assinatura do novo contrato, saíram os três para um loucura na capital, Luís tinha trazido umas novas pastilhas que o dealer lhe tinha fornecido, tomaram-nas misturadas com muito álcool.
No impulso desta nova trip a Susana não resistiu o libido que a consumia desde o início das férias e beijou o Luís em frente ao Jorge e seguidamente beijou o outro amigo. Os amigos acharam piada a esta nova fase e beijaram-se também. Tornando um clima sexual muito intenso naquele local. Pagaram e foram os três até ao quarto do hotel...

(continua...)

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