Tinha que arranjar maneira de fugir dali. Mortes a polícias são sempre investigadas ao pormenor, especialmente mortes num motel, sem causa aparente!
Tinha que parar uns tempos com a vida dupla, contentou-se umas semanas com a vida simples de estudante universitária. Passado esse tempo, começou a sentir-se irritável, discutia com tudo e todos, passou a não querer sair de casa. Sentia falta de sexo, falta dos homens que rastejavam por ela, falta das roupas exuberantes, da maquilhagem exagerada, estas coisas todas que mostravam quem ela era realmente, sentia falta da Ana.
Eram 11h da noite de uma sexta-feira, ela enervou-se e não resistiu, vestiu a sua roupa de trabalho e ia sair, sentia saudades do poder que aquele look trazia. Já estava na porta, quando lhe aparece o namorado à frente.Ele fica chocado com a aparência dela, antes que ele dissesse qualquer coisa ela diz-lhe: "Olá, eu sou a Ana o que é que desejas?". Ele decide entrar no jogo e entram na casa dela. Ela não parecia a mesma pensou ele, possui-o como nunca tinha feito. Amarrou-o à cama, fez dele o que queria. Usou as algemas, a cera das velas, usou e abusou dele até estar cansado, quando ele não conseguia mais de tão exausto que estava, usou o inevitável potássio.
Aprendeu na escola que quando administrado no local correcto não se detecta numa autópsia.
Telefonou ao seu chulo, cúmplice de todas as circunstâncias, tinha que se desfazer do corpo e fugir dali o mais rápido possível. Ia lhe dizer que mais um morreu do coração, ali com ela por cima, que ela não fazia por mal, e ia fazer a cena e a crise de choro do costume, ele ia ficar com pena, e fazer tudo o que ela queria.
Pensado e feito. O corpo desapareceu, enterrado algures, ela não quis saber mais pormenores.
Nunca se descobriu o que aconteceu ao serial killer dos móteis, simplesmente parou de matar. Os jornais diziam que era por medo de ser apanhado. O rapaz, ninguém mais soube dele,
suspeitou-se que ele andava na droga, rumor provocado por ela, nunca foi aberta a investigação porque nunca se encontrou o corpo.Para o povo, coitadinha ela fugiu para Londres com o desgosto de ter perdido o amor da vida, fugiu para o esquecer.
Na verdade ela tinha fugido com o chulo com o dinheiro do ex-namorado para o Brasil, aí pode ser como ela era na verdade: a Ana que gosta de sexo, de matar e veste com roupas exuberantes.
Nunca os seus crimes foram ligados a ela, sabia muito bem como os fazer, como tinha a pele clara era atractiva para os mosquitos, morreu de dengue uns anos mais tarde.
Crime perfeito é aquele em que o criminoso nunca é descoberto, ou melhor, não deixa suspeitas que justifiquem uma investigação.
6 devaneios:
mais uma boa historia feita pela loira.... :P ...essa cena do potassio O.O medo....nem o Caruso do CSI Miami resolve :P LOOOL
http://www.youtube.com/watch?v=glvGfQnx3DI
Caruso em versão Jim Carrey LOLOL
Cumps
Temos "escrebinhadora"!!!
Tenho a dizer que estou a gostar da leitura, coisa que nunca fui fã =P
Acho piada ao facto de todas as histórias envolverem sexo (lots of it), depois sou eu que só penso nisso lalalala
Quando sai a próxima? =P
Beijinho
Trengo:
O que se aprende num café, já viste!? :p
Ivan:
A primeira não tinha, tu é que pediste para ter!lool
Além disso a Ana era uma prostituta logo tinha que ter sexo.
A próxima história sai quando encontrar inspiração, o que não anda muito abundante para estes lados... :/
Bjinhos*
O fim foi triste...tadinha da menina... so sentia falta de sexo!!!!lool
Tens pena, porque sabes que a história foi inspirada em ti! :p e querias ter um fim feliz!eheh
O.O loooool
mas a "ana" matou o namorado! medo... é preciso ser mto viciada...
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